
Com a decisão do CNMP, em agosto, um julgamento de Schoedl foi adiado, já que ele havia perdido o direito ao foro privilegiado. Em junho, o Conselho havia negado o cargo vitalício de Thales, que recorreu da decisão. Na época, ele também foi exonerado do cargo no Ministério Público. Mesmo afastado, o promotor continuava recebendo um salário de aproximadamente R$ 10,5 mil.
Thales matou a tiros o estudante Diego Mendes Modanez, de 20 anos, e feriu Felipe Siqueira Cunha de Souza, também estudante, que na época tinha 20. Segundo o promotor, ele e a namorada estavam saindo de uma festa na Riviera de São Lourenço, no litoral de São Paulo, quando um grupo de mais de dez rapazes teria mexido com a moça. Apesar dos vários disparos, Schoedl afirmou que agiu em legítima defesa. Entenda o caso do promotor Thales Schoedl
Está equivocada esse título "ele pode matar".
Ele foi absolvido e foi provado que o promotor agiu em legítima defesa.